All-in-one – um por todos e todos por um
Tweet ShareRoteador, firewall, VPN, antivírus, proxy, balanceamento. Ao imaginar essa quantidade de recursos você visualiza solução ou problema?
Conversando com alguns profissionais de pequenas e médias empresas percebi que a maioria se arrepia ao ter que configurar vários softwares, em painéis e acessos diferentes, já que com uma equipe reduzida e multidisciplinar é impossível alocar pessoas para áreas específicas e ter tempo para monitorar tantos equipamentos.
Esta situação talvez não seja uma particularidade do mercado nacional, mas é muito mais comum aqui e por isso negligenciada pelos grandes fabricantes mundiais, que fazem pouco pelas pequenas e médias brasileiras.
Porém caro amigo, há esperança. As empresas tupiniquins já viram essa brecha e para atender esta necessidade tem lançado soluções all-in-one que atendem nossa realidade.
São equipamentos acessíveis que fazem muito bem várias funções, diminuindo custos e facilitando a gestão.
Um exemplo deste tipo de equipamento são os UTM (Unified Threath Management) ou central unificada de ameaças, na tradução para o português. Esses equipamentos costumam reunir e substituir roteador, firewall, IDS/IPS, antivírus, proxy e algumas outras ferramentas que costumavam ser vendidas separadamente.
Mas o que isso significa na prática é que empresas menores, que antes eram obrigadas a abrir mão de algumas proteções, agora tem acesso a soluções eficazes, capazes de torná-las mais seguras e produtivas, por um preço acessível e capaz de ser administrada por menos profissionais.
Os críticos da solução dizem que esta união de equipamentos vitais para a empresa em um único aparelho pode torná-la mais vulnerável, já que um único appliance é responsável por todo o tráfego. Mas a verdade é que os fabricantes minimizam esses riscos, criando várias “proteções” contra falhas, como o cluster de equipamentos.
Um dos fabricantes nacionais dessas soluções, a BluePex Security Solutions, afirma que os ganhos de implantação são enormes já que a empresa ganha em várias esferas: maior uptime da Internet, menos entradas de vírus, maior produtividade do usuário com o controle de acesso e maior agilidade da área de TI, pois há menos equipamentos para gerenciar.
E ao encarar o mercado brasileiro a argumentação faz sentido. Somos dependentes da Internet para faturar e nossos usuários são os campeões em tempo de acesso as redes sociais. Ao manter a rede conectada e os usuários controlados tenho certeza que o equipamento compensa o investimento, facilita a vida dos profissionais de TI e abre um sorriso no rosto dos gestores.
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